Um estudo multicêntrico conduzido por pesquisadores de universidades brasileiras revelou que os casos de transtornos de ansiedade aumentaram 40% desde o início da pandemia de COVID-19, com impactos mais significativos na faixa etária de 18 a 35 anos. A pesquisa, publicada em revista científica internacional, acompanhou mais de 5.000 participantes ao longo de três anos e identificou fatores de risco como isolamento social prolongado, incerteza econômica e excesso de exposição a notícias negativas. Grupos mais afetados O estudo identificou que alguns grupos foram particularmente impactados: Jovens adultos (18-35 anos): Aumento de 52% nos sintomas de ansiedade Profissionais de saúde: 38% relataram burnout Pessoas em trabalho remoto: 35% apresentaram dificuldades de equilíbrio vida-trabalho A importância do acompanhamento Os pesquisadores ressaltam a importância de buscar ajuda profissional ao identificar sintomas persistentes de ansiedade. A telemedicina surgiu como alternativa importante durante a pandemia e continua sendo uma opção acessível para quem precisa de acompanhamento psiquiátrico.